Políticas

Política de Risco Socioambiental

Política Corporativa de Risco Socioambiental

A análise de risco socioambiental é um fator-chave para a disseminação da sustentabilidade na cadeia de valor do setor financeiro. Ao agregar critérios sociais e ambientais aos processos convencionais de avaliação de risco, passamos a ter uma visão mais abrangente sobre as organizações que se relacionam conosco.

Além das questões de administrativas, financeiras e de governança, avaliamos as práticas das empresas em relação aos direitos humanos, condições dignas de trabalho, e impactos ambientais, por exemplo. Entendemos que empresas com boas práticas de gestão socioambiental representam menos riscos para a sociedade.

Nossa Política Corporativa de Risco Socioambiental define diretrizes para a concessão de crédito a empresas em todo o conglomerado Itaú. Ela sintetiza os aprendizados com a Política Setorial de Risco Socioambiental para o Crédito Pessoa Jurídica, que aplicamos desde 2007.

Com base na Política Corporativa, cada área de negócios define a abordagem mais adequada à sua realidade. Isso resultou, ainda em 2011, na revisão das políticas de risco socioambiental dos segmentos de pequenas e médias empresas e do Itaú BBA, responsável pelo atendimento a grandes corporações.

A nova política estabelece as Atividades Proibidas, que contrariam nossos princípios e valores e as quais não financiamos, e as Atividades Restritas, que representam maior potencial de risco socioambiental:


    Atividades proibidas – O Itaú não concede crédito a empresas relacionadas com atividades que incentivem a prostituição, utilizem mão de obra infantil ou que estejam incluídas no cadastro nacional de empregadores que tenham mantido trabalhadores em condições análogas às de escravo.

    Atividades restritas – Adotamos diretrizes específicas para analisar empresas que atuam nos segmentos de produção ou comércio de armas de fogo, munições e explosivos; extração e produção de madeira e produção de lenha e carvão vegetal provenientes de florestas nativas; atividades pesqueiras; extração e industrialização de asbesto e amianto.

Formalização e garantias

A Política Corporativa de Risco Socioambiental também estabelece regras para a formalização das operações de crédito, determinando, entre outros, a exigência de Certificado de Qualidade em Biossegurança emitido pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, nos casos de financiamentos de projetos de biotecnologia, e de análise de contaminação de solo de imóveis dados em garantia.



Metodologia própria

A avaliação dos riscos socioambientais das empresas é feita como base em uma metodologia própria, desenvolvida pelo Itaú. Os clientes preenchem a declaração de práticas sociais e ambientais. Nos casos em que são enquadrados na lista de atividades restritas, as informações são checadas e, eventualmente, são solicitados dados complementares. Podem, ainda, ser realizadas visitas às instalações dos clientes. O trabalho é realizado por analistas de risco especializados em temas socioambientais.

Para saber mais e conhecer os indicadores da análise de risco socioambiental de 2011, acesse o relatório de sustentabilidade.



Compromissos voluntários

A Política Corporativa de Risco Socioambiental endereça os compromissos assumidos pelo Itaú ao aderir a uma série de pactos voluntários nacionais e internacionais. Clique aqui para conhecê-los.